Tracker de portfólio DeFi: net-worth cross-chain, posições e revogação de approvals em uma key
Um tracker de portfólio DeFi precisa responder o que o usuário tem, onde está o dinheiro e o que pode dar errado. Isso significa net-worth cross-chain avaliado em fiat, posições em protocolos DeFi (fornecido, tomado, em stake) e as approvals que o usuário deixou abertas e podem ser exploradas. O caminho usual junta quatro fontes: balances, decodificador, scanner de allowance e price feed. Esta ficha descreve como concentrar essas quatro funções em uma key e um saldo em credits.
O desafio
As quatro peças de um tracker DeFi normalmente vêm de fornecedores distintos e precisam concordar entre si. O net-worth exige balances de várias chains e preço spot para converter em fiat. As posições DeFi como supplied, borrowed e staked não aparecem como saldo simples: precisam ser reconstruídas a partir dos eventos dos protocolos, o que tradicionalmente exige manter ABIs. E a superfície de risco mais concreta para o usuário são as approvals antigas: allowances ilimitadas dadas a contratos que hoje podem ser perigosos. Com quatro keys diferentes, conciliar esses dados e mantê-los coerentes vira o principal custo de engenharia.
- Balances / portfolio / net-worthC2
- Approvals / value-at-riskC2
- Decoded transactions / logsC2
- Spot / OHLCVC2
Net-worth cross-chain avaliado com preço spot
O patrimônio consolidado sai de balances de várias redes combinados com preço spot da mesma key para avaliar cada ativo em fiat. Como saldos e preços vêm da mesma origem, o valor total do portfólio não fica defasado entre um fornecedor de balances e um price feed separado, o que evita a incoerência clássica de somar quantidades atuais com preços atrasados.
Posições DeFi reconstruídas por decoded logs, sem ABIs
Para mostrar o que está fornecido, tomado ou em stake, o tracker reconstrói as posições a partir de decoded logs já decodificados, sem o time manter ABIs de cada protocolo. Em vez de tratar só o saldo visível na carteira, a plataforma decodifica os eventos dos protocolos DeFi para reconstituir a posição real do usuário dentro de cada um deles.
Scan de approvals com value-at-risk para revogar allowances perigosas
O tracker faz scan das approvals abertas e associa a cada uma o valor em risco, deixando visível quais allowances expõem quanto do portfólio. A partir dessa lista o usuário pode revogar as approvals perigosas. Essa é frequentemente a informação de segurança mais acionável de um tracker, porque transforma uma permissão esquecida em uma ação concreta de revogação.
O que a arquitetura entrega
- Quatro fontes típicas de um tracker DeFi, balances, decodificador, scanner de allowance e price feed, passam a viver em uma key e um saldo de credits.
- Posições supplied, borrowed e staked são reconstruídas por decoded logs, sem o time manter ABIs de cada protocolo.
- O scan de approvals com value-at-risk mostra quais allowances expõem quanto do portfólio e permite ao usuário revogar as perigosas.
Perguntas frequentes
O tracker mostra só o saldo da carteira ou também as posições dentro dos protocolos DeFi?
Além do saldo visível na carteira, as posições em protocolos são reconstruídas a partir de decoded logs, então fornecido, tomado e em stake aparecem como posições reais e não apenas como o que sobrou na carteira. Isso é feito sem o seu time manter ABIs dos protocolos, já que os eventos chegam decodificados.
Como o usuário sabe quais approvals são perigosas e o que pode fazer com essa informação?
O scan de approvals lista as allowances abertas e associa a cada uma o valor em risco, então o usuário vê quais permissões expõem quanto do portfólio. Com isso ele pode priorizar e revogar as approvals mais arriscadas, transformando uma permissão antiga e esquecida em uma ação concreta de segurança.
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